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	<title>ENGIE Hemera</title>
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	<title>ENGIE Hemera</title>
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		<title>ENGIE Hemera é agora ENGIE Soluções de Energia.</title>
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		<dc:creator><![CDATA[ikaros-hemera_wp]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Jul 2024 08:38:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p><iframe title="Podcast ENGIE All about Energy" width="1080" height="608" src="https://www.youtube.com/embed/6VWYt0O4KLQ?feature=oembed"  allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p></p>
<div style="height: 52px;" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>
<p align="JUSTIFY">Esta integração vem reforçar as sinergias entre todos os serviços disponibilizados pela ENGIE Soluções de Energia e apresentar uma abordagem global com as melhores soluções do mercado para a transição energética e para a descarbonização do tecido empresarial e industrial português.</p>
<p align="JUSTIFY">A ENGIE Hemera, vai continuar a ser a empresa especialista em engenharia, desenvolvimento, instalação e operação de sistemas solares fotovoltaicos de média e grande dimensão.</p>
<p>Esta integração, representa também mais um passo importante no processo de crescimento e consolidação nacional da ENGIE como marca líder na transição energética carbono zero.<br /><!-- /wp:post-content --></p>
<p>A ENGIE Soluções de Energia oferece soluções integradas para a transição energética das empresas e da indústria portuguesa.</p>
<p>Investimos pelos nossos clientes e disponibilizamos serviços de eficiência energética e ambiental, soluções para a produção de energia descentralizada para autoconsumo (fotovoltaica, eólica, armazenamento e comunidades de energia), produção de energia térmica por fonte de energia verde (biomassa, biogás), eletrificação da operação através de caldeiras elétricas e bombas de calor e ainda produção e distribuição de frio e calor sob a forma de água gelada e água quente, através de redes de frio e calor, mobilidade verde e serviços integrados de manutenção.</p>
<p>O modelo de negócio da ENGIE Soluções de Energia permite às empresas reduzirem os custos energéticos e descarbonizarem a sua atividade por via de investimento 100% ENGIE.</p>
<p>A ENGIE Soluções de Energia é o parceiro ideal para a transição energética do tecido empresarial e industrial português.</p>
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		<item>
		<title>Comunidades energéticas: definir regras na partilha de energia</title>
		<link>https://engie-hemera.com/comunidades-energeticas-definir-regras-na-partilha-de-energia/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[ikaros-hemera_wp]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 19 May 2020 11:10:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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				<div class="et_pb_text_inner"><a href="https://engie-hemera.com/wp-content/uploads/2020/05/APESF_ENGIE-Hemera-pages-6.pdf" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Ver artigo original – Renováveis magazine</a></div>
			</div><div class="et_pb_module et_pb_text et_pb_text_2  et_pb_text_align_left et_pb_bg_layout_light">
				
				
				
				
				<div class="et_pb_text_inner"><p>O Decreto-Lei 162/2019, em vigor desde 1 de janeiro e que consagra o autoconsumo coletivo<br />e as comunidades de energia, vem dar a oportunidade a todos de serem produtores e, como<br />tal, participantes ativos no Sistema Elétrico Nacional.</p></div>
			</div><div class="et_pb_module et_pb_text et_pb_text_3  et_pb_text_align_left et_pb_bg_layout_light">
				
				
				
				
				<div class="et_pb_text_inner"><p><span>Se não existem dúvidas sobre a importância da medida como contributo para alcançar as metas<br />definidas no Plano Nacional de Energia e Clima (PNEC) e promover o aumento do consumo de energia a partir de fontes de energia renovável, indo simultaneamente ao encontro do Pacote Legislativo “Energia Limpa para todos os Europeus”, menos claras são, para já, as normas técnicas que vão nortear os modelos de partilha de energia entre instalações consumidoras de energia e garantir uma gestão coordenada e inteligente dos recursos energéticos.</span></p></div>
			</div><div class="et_pb_module et_pb_text et_pb_text_4  et_pb_text_align_left et_pb_bg_layout_light">
				
				
				
				
				<div class="et_pb_text_inner"><p><span>Tal como noutros desafios colocados pela transição energética, a concretização dos projetos de autoconsumo coletivo e de comunidades de energia implicarão alterações diversas, importantes e essenciais, para que estas comunidades possam ser um incentivo for te à produção descentralizada. É imprescindível clarificar com a maior brevidade as regras do ponto de vista técnico, garantindo também a desburocratização do processo e uma coordenação adequada por par te das várias entidades oficiais responsáveis. Mas existem ainda outros detalhes a ter em conta. Para potenciar a existência de mais comunidades, sobretudo a nível empresarial, é também necessário criar condições para que seja possível utilizar a rede de distribuição.</span></p></div>
			</div><div class="et_pb_module et_pb_text et_pb_text_5  et_pb_text_align_left et_pb_bg_layout_light">
				
				
				
				
				<div class="et_pb_text_inner"><p><span>O Decreto-Lei 162/2019 é um contributo importante para alcançar 47% de energia proveniente de fontes renováveis no consumo final bruto, em 2030, abrindo um conjunto de oportunidades para que as empresas possam usufruir e fazer o seu percurso rumo a uma transição carbono zero. Mas para uma participação ativa das empresas na mudança energética em investir em recursos energéticos renováveis, em usá-los e em vender o excedente aos seus vizinhos, há ainda muito trabalho a desenvolver em termos da definição de modelos de negócio, modelos regulatórios ou, ainda, nas estruturas de tarifas e preços.</span></p></div>
			</div><div class="et_pb_module et_pb_text et_pb_text_6  et_pb_text_align_left et_pb_bg_layout_light">
				
				
				
				
				<div class="et_pb_text_inner"><p><span>Uma coisa é certa: o interesse por soluções de autoconsumo já era uma realidade anterior à nova legislação e acreditamos que superará as metas inscritas no PNEC. A promoção e disseminação da produção descentralizada de eletricidade é uma das peças chave na transição energética rumo a uma economia carbono zero, inspirando um sistema elétrico for temente descarbonizado, descentralizado e digitalizado. E com resultados reais e visíveis para os consumidores e empresas, desde logo na redução dos custos energéticos, aumento da eficiência energética e, consequentemente, para a competitividade da economia nacional.</span></p></div>
			</div><div class="et_pb_module et_pb_text et_pb_text_7  et_pb_text_align_left et_pb_bg_layout_light">
				
				
				
				
				<div class="et_pb_text_inner"><a href="https://engie-hemera.com/wp-content/uploads/2020/05/APESF_ENGIE-Hemera-pages-6.pdf" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Ver artigo original – Renováveis magazine</a></div>
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			</div>
				
				
				
				
			</div>
				
				
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		<item>
		<title>Jerónimo Martins investe mais 1,2 milhões de euros em energia solar para autoconsumo</title>
		<link>https://engie-hemera.com/jeronimo-martins-investe-mais-12-milhoes-de-euros-em-energia-solar-para-autoconsumo/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[ikaros-hemera_wp]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 13 May 2020 08:21:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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				<div class="et_pb_text_inner"><a href="https://engie-hemera.com/wp-content/uploads/2020/05/Jerónimo-Martins-investe-mais-12-milhões-de-euros-em-energia-solar-para-autoconsumo-2.pdf" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Ver artigo original – Jornal Económico</a></div>
			</div><div class="et_pb_module et_pb_text et_pb_text_9  et_pb_text_align_left et_pb_bg_layout_light">
				
				
				
				
				<div class="et_pb_text_inner"><p>O grupo retalhista português garante que, anualmente, os cerca de cinco mil painéis solares fotovoltaicos instalados no centro de distribuição de Valongo vão permitir evitar, em emissões para a atmosfera, o equivalente a 530 toneladas de CO2.</p></div>
			</div><div class="et_pb_module et_pb_text et_pb_text_10  et_pb_text_align_left et_pb_bg_layout_light">
				
				
				
				
				<div class="et_pb_text_inner"><p><span>O Grupo Jerónimo Martins decidiu investir 1,2 milhões de euros em produção de energia solar fotovoltaica para autoconsumo no seu centro de distribuição norte, em Valongo.</span></p></div>
			</div><div class="et_pb_module et_pb_text et_pb_text_11  et_pb_text_align_left et_pb_bg_layout_light">
				
				
				
				
				<div class="et_pb_text_inner"><p><span>Segundo a cadeia portuguesa de retalho, “anualmente, os cerca de cinco mil painéis solares fotovoltaicos vão permitir evitar, em emissões para a atmosfera, o equivalente a 530 toneladas de CO2”.</span></p></div>
			</div><div class="et_pb_module et_pb_text et_pb_text_12  et_pb_text_align_left et_pb_bg_layout_light">
				
				
				
				
				<div class="et_pb_text_inner"><p><span>“Em 2018, já tinham entrado em funcionamento duas instalações fotovoltaicas do grupo no Algarve, localizadas no centro de distribuição sul, em Algoz; e na loja do Recheio de Tavira. Os sistemas foram instalados pela ENGIE Hemera. Até ao final do primeiro semestre de 2020, o grupo conta iniciar a operação de mais quatro instalações solares fotovoltaicas para autoconsumo, no concelho de Lisboa”, adianta um comunicado do grupo.</span></p></div>
			</div><div class="et_pb_module et_pb_text et_pb_text_13  et_pb_text_align_left et_pb_bg_layout_light">
				
				
				
				
				<div class="et_pb_text_inner"><p><span>O mesmo documento acrescenta que “este foi o terceiro grande projeto de energia solar fotovoltaica do grupo em Portugal, permitindo uma produção anual de 2.121,48 MWh de energia renovável, o que corresponde a 530 toneladas de emissões de CO2 evitadas (o equivalente ao consumo anual de 580 habitações)”.</span></p></div>
			</div><div class="et_pb_module et_pb_text et_pb_text_14  et_pb_text_align_left et_pb_bg_layout_light">
				
				
				
				
				<div class="et_pb_text_inner"><p><span>“Os cerca de cinco mil módulos instalados, numa área de aproximadamente 20 mil metros quadrados da cobertura do edifício, já estão em pleno funcionamento e proporcionam uma autonomia energética superior a 30% do consumo total deste centro de distribuição”, assinala o Grupo Jerónimo Martins.</span></p></div>
			</div><div class="et_pb_module et_pb_text et_pb_text_15  et_pb_text_align_left et_pb_bg_layout_light">
				
				
				
				
				<div class="et_pb_text_inner"><p><span>Fernando Frade, diretor corporativo de ambiente de Jerónimo Martins, sublinha que, “no grupo, a transição energética tem sido feita de forma integrada e progressiva”.</span></p></div>
			</div><div class="et_pb_module et_pb_text et_pb_text_16  et_pb_text_align_left et_pb_bg_layout_light">
				
				
				
				
				<div class="et_pb_text_inner"><p><span>“Este investimento é mais um importante passo neste processo que, entre muitas outras medidas, inclui a decisão estratégica de contratar, desde 1 de Julho de 2018, a electricidade necessária para as operações das nossas insígnias em Portugal com origem em fontes renováveis. Através da contratação de certificados de origem RECS (‘Renewable Energy Certificate System’), compensamos anualmente cerca de 200 mil toneladas de dióxido de carbono equivalente”, sublinha este responsável.</span></p></div>
			</div><div class="et_pb_module et_pb_text et_pb_text_17  et_pb_text_align_left et_pb_bg_layout_light">
				
				
				
				
				<div class="et_pb_text_inner"><p><span>Para Fernando Frade, “a transição energética é uma parte importante do nosso compromisso de perseguir um equilíbrio entre prosperidade económica e preservação ambiental, um esforço que tem vindo a ser reconhecido internacionalmente com a inclusão, de que muito nos orgulhamos, de Jerónimo Martins em mais de 60 índices de sustentabilidade”.</span></p></div>
			</div><div class="et_pb_module et_pb_text et_pb_text_18  et_pb_text_align_left et_pb_bg_layout_light">
				
				
				
				
				<div class="et_pb_text_inner"><p><span>Por seu turno, Duarte Caro de Sousa, director geral da ENGIE Hemera, empresa responsável pela instalação, operação e manutenção dos módulos de autoconsumo, considera que “é um orgulho voltar a trabalhar com a Jerónimo Martins neste novo projecto, um exemplo para as empresas comprometidas com uma transição energética rumo ao carbono zero”.</span></p></div>
			</div><div class="et_pb_module et_pb_text et_pb_text_19  et_pb_text_align_left et_pb_bg_layout_light">
				
				
				
				
				<div class="et_pb_text_inner"><p>“Com este projeto, o Grupo Jerónimo Martins investe num dos recursos naturais mais importantes e com mais potencial no nosso país, a energia solar, com elevadas poupanças ambientais e na factura da energia”, assegura este responsável.</p></div>
			</div><div class="et_pb_module et_pb_text et_pb_text_20  et_pb_text_align_left et_pb_bg_layout_light">
				
				
				
				
				<div class="et_pb_text_inner"><p><span>O Grupo Jerónimo Martins destaca que “este projeto soma-se aos dois projetos-piloto que entraram em operação  em 2018 no sul do país, com 3.876 painéis solares fotovoltaicos no centro de distribuição sul, em Algoz, e 1.600 na loja do Recheio de Tavira”, garantindo que, “até ao final do primeiro semestre de 2020, o grupo tem prevista a entrada em funcionamento de mais quatro sistemas solares fotovoltaicos, todos localizados no concelho de Lisboa”.</span></p></div>
			</div><div class="et_pb_module et_pb_text et_pb_text_21  et_pb_text_align_left et_pb_bg_layout_light">
				
				
				
				
				<div class="et_pb_text_inner"><p><span>A ENGIE Hemera é a empresa do universo ENGIE Portugal especialista em soluções de autoconsumo solar fotovoltaico para o mercado empresarial.</span></p></div>
			</div><div class="et_pb_module et_pb_text et_pb_text_22  et_pb_text_align_left et_pb_bg_layout_light">
				
				
				
				
				<div class="et_pb_text_inner"><a href="https://engie-hemera.com/wp-content/uploads/2020/05/Jerónimo-Martins-investe-mais-12-milhões-de-euros-em-energia-solar-para-autoconsumo-2.pdf" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Ver artigo original – Jornal Económico</a></div>
			</div>
			</div>
				
				
				
				
			</div>
				
				
			</div></p>
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		<title>Comunicado sobre o COVID-19</title>
		<link>https://engie-hemera.com/comunicado-covid-19/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ikaros-hemera_wp]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 17 Mar 2020 15:18:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p>A ENGIE tem como objetivo contribuir para que serviços fundamentais para as empresas e para as populações se mantenham a funcionar, independentemente das circunstâncias.</p></div>
			</div><div class="et_pb_module et_pb_text et_pb_text_24  et_pb_text_align_left et_pb_bg_layout_light">
				
				
				
				
				<div class="et_pb_text_inner"><p>Deste modo, e no âmbito do seu Plano de Contingência de Preparação e Resposta à Doença pelo novo Coronavírus, a ENGIE Hemera elaborou Planos de Ação no sentido de minimizar eventuais impactos, com o objetivo de assegurar a continuidade das atividades essenciais.</p></div>
			</div><div class="et_pb_module et_pb_text et_pb_text_25  et_pb_text_align_left et_pb_bg_layout_light">
				
				
				
				
				<div class="et_pb_text_inner"><p>Nesse sentido, e graças ao esforço de transformação digital, foi possível uma ativação rápida e abrangente do teletrabalho, garantindo que todas as atividades de suporte à operação e de assistência aos clientes se continuarão a realizar, sem comprometer o isolamento preventivo.</p></div>
			</div><div class="et_pb_module et_pb_text et_pb_text_26  et_pb_text_align_left et_pb_bg_layout_light">
				
				
				
				
				<div class="et_pb_text_inner"><p>Contudo, e porque uma parte significativa das nossas atividades acontece no terreno, é muito importante a compreensão, respeito e solidariedade de todos os que se relacionam com os nossos colaboradores. Assim, na realização do seu trabalho foram reforçadas as medidas de higiene e segurança, de que é exemplo o distanciamento físico em zonas de atendimento, no acompanhamento de empresas transportadoras e, de um modo geral, na realização de todas as tarefas.</p></div>
			</div><div class="et_pb_module et_pb_text et_pb_text_27  et_pb_text_align_left et_pb_bg_layout_light">
				
				
				
				
				<div class="et_pb_text_inner"><p>Estamos conscientes da importância de um espírito de colaboração com os clientes e com todos os nossos parceiros, para encontrarmos, em conjunto, as melhores soluções para enfrentar a difícil situação atual. Acreditamos que só deste modo podemos contribuir para evitar a progressão da infeção, protegendo clientes e parceiros, ao mesmo tempo que asseguramos aos nossos colaboradores condições de segurança e de saúde, de forma continuada e permanente.</p></div>
			</div><div class="et_pb_module et_pb_text et_pb_text_28  et_pb_text_align_left et_pb_bg_layout_light">
				
				
				
				
				<div class="et_pb_text_inner"><p>Porque para a ENGIE Hemera a garantia de total transparência é essencial, solicitamos a sua colaboração no sentido de acionar os procedimentos identificados pela Direção-Geral da Saúde caso detete sintomas de COVID-19 nalgum dos vossos colaboradores, solicitando igualmente que essa informação nos seja dada com a máxima celeridade.</p></div>
			</div><div class="et_pb_module et_pb_text et_pb_text_29  et_pb_text_align_left et_pb_bg_layout_light">
				
				
				
				
				<div class="et_pb_text_inner"><a href="https://engie-hemera.com/contactos/">Estamos disponíveis para qualquer contacto</a></div>
			</div>
			</div>
				
				
				
				
			</div>
				
				
			</div></p>
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		<item>
		<title>O autoconsumo na transição energética para uma economia de carbono zero</title>
		<link>https://engie-hemera.com/o-autoconsumo-na-transicao-energetica-para-uma-economia-de-carbono-zero/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[ikaros-hemera_wp]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 25 Feb 2020 09:19:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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				<div class="et_pb_text_inner"><a href="https://oinstalador.com/Artigos/265460-O-autoconsumo-na-transicao-energetica-para-uma-economia-de-carbono-zero.html" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Ver artigo original – O instalador</a></div>
			</div><div class="et_pb_module et_pb_text et_pb_text_31  et_pb_text_align_left et_pb_bg_layout_light">
				
				
				
				
				<div class="et_pb_text_inner"><p>Portugal decidiu ser neutro em carbono em 2050 e estar na vanguarda da transição energética. O roteiro para o país atingir esse objetivo dentro de três décadas terá de contar com o contributo fundamental dos setores da energia e dos transportes, de empresas e consumidores.</p></div>
			</div><div class="et_pb_module et_pb_text et_pb_text_32  et_pb_text_align_left et_pb_bg_layout_light">
				
				
				
				
				<div class="et_pb_text_inner"><p><span>Sabemos que mudar para uma sociedade ambientalmente sustentável trará enormes desafios, mas aquilo que ainda há muito pouco tempo não passava de uma visão para um futuro sustentável é hoje uma realidade, graças a um conjunto de soluções disponíveis e geradoras de eficiência. É o que sucede com o autoconsumo de eletricidade, o processo através do qual se utilizam sistemas solares fotovoltaicos com o objetivo de produzir eletricidade destinada a consumo próprio.</span></p></div>
			</div><div class="et_pb_module et_pb_text et_pb_text_33  et_pb_text_align_left et_pb_bg_layout_light">
				
				
				
				
				<div class="et_pb_text_inner"><p><span>A promoção e disseminação da produção descentralizada de eletricidade a partir de fontes renováveis de energia veio merecer um destaque acrescido no Plano Nacional Energia e Clima (PNEC), de forma a se alcançar o objetivo de reforço da produção de energia a partir de fontes renováveis e de redução de dependência energética nacional.</span></p></div>
			</div><div class="et_pb_module et_pb_text et_pb_text_34  et_pb_text_align_left et_pb_bg_layout_light">
				
				
				
				
				<div class="et_pb_text_inner"><p><span>Além de ser uma das peças chave na transição energética rumo a uma economia carbono zero, o autoconsumo é também um fator determinante para a redução da fatura de energia de particulares e empresas e, consequentemente, para a competitividade da economia nacional.</span></p></div>
			</div><div class="et_pb_module et_pb_text et_pb_text_35  et_pb_text_align_left et_pb_bg_layout_light">
				
				
				
				
				<div class="et_pb_text_inner"><p><span>O novo quadro legal, o Decreto-Lei 162/2019, veio possibilitar que tanto cidadãos como, condomínios, empresas, indústria, e demais entidades públicas e privadas, possam produzir, consumir, partilhar, armazenar, organizarem-se em comunidades e vender o excedente da energia originada com base em fontes de energia renovável. E, desta forma, desempenhar um papel ativo na redução dos seus custos de produção e inspirar um sistema elétrico fortemente descarbonizado, descentralizado e digitalizado.</span></p></div>
			</div><div class="et_pb_module et_pb_text et_pb_text_36  et_pb_text_align_left et_pb_bg_layout_light">
				
				
				
				
				<div class="et_pb_text_inner"><p><span>Estas já não são aspirações, mas antes oportunidades num mundo que está a mudar a uma velocidade muito rápida e onde todos somos chamados a fazer melhor todos os dias. A descarbonização das sociedades e a transição energética não se esgotam na evolução da tecnologia. Todos nós, cidadãos e empresas, podemos desempenhar um papel mais ativo enquanto consumidor/produtor de energia, fazer melhores escolhas, mais eficientes e sustentáveis. E já são muitos – e bons – os exemplos nas empresas portuguesas que têm instalado sistemas de autoconsumo, para dar resposta às suas necessidades específicas de energia com diversas vantagens. Desde logo, a redução dos custos energéticos e o aumento da eficiência energética. É que o autoconsumo pode ajudar a reduzir até 50% da fatura, fomentando a competitividade do tecido empresarial nacional. Por outro lado, as empresas ou indústrias deixam de estar expostas à variação dos preços da eletricidade, vendo reduzida a sua exposição à flutuação futura dos preços da eletricidade naquela parcela de energia que passaram a produzir.</span></p></div>
			</div><div class="et_pb_module et_pb_text et_pb_text_37  et_pb_text_align_left et_pb_bg_layout_light">
				
				
				
				
				<div class="et_pb_text_inner"><p><span>Quer seja na agricultura, na indústria, na hotelaria, no retalho ou em muitos outros setores existe ainda um conjunto adicional de outras mais-valias. Por exemplo, a rentabilização de ativos parados das empresas, através do aproveitamento de coberturas de edifícios ou de parcelas de terreno sem utilização, permitindo rentabilizar ativos que de outra forma não teriam aproveitamento. E ao produzir energia limpa, as empresas estão a investir na sustentabilidade do seu negócio, dando ainda um importante contributo em relação ao objetivo de descarbonizar a economia.</span></p></div>
			</div><div class="et_pb_module et_pb_text et_pb_text_38  et_pb_text_align_left et_pb_bg_layout_light">
				
				
				
				
				<div class="et_pb_text_inner"><p><span>Naturalmente que ainda há um longo caminho a percorrer nesta área, mas o processo já está em marcha. A utilização crescente de energia de fontes renováveis constitui uma parte importante do pacote de medidas necessárias para reduzir as emissões de gases com efeito de estufa, cumprir o compromisso da União Europeia no âmbito do Acordo de Paris de 2015 sobre Alterações Climáticas, assim como o quadro de ação europeu relativo ao clima e à energia para 2030, bem como a meta vinculativa para reduzir as emissões. Este é um caminho sem retorno e cujo roteiro se espera que o tecido empresarial faça parte muito em breve.</span></p></div>
			</div><div class="et_pb_module et_pb_text et_pb_text_39  et_pb_text_align_left et_pb_bg_layout_light">
				
				
				
				
				<div class="et_pb_text_inner"><a href="https://oinstalador.com/Artigos/265460-O-autoconsumo-na-transicao-energetica-para-uma-economia-de-carbono-zero.html" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Ver artigo original – O instalador</a></div>
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		<title>IKAROS HEMERA TRANSFORMA-SE EM ENGIE Hemera</title>
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		<dc:creator><![CDATA[ikaros-hemera_wp]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 18 Feb 2020 11:45:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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<div style="height:52px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p>A nova marca do universo ENGIE Portugal vem reforçar as soluções de autoconsumo solar para empresas, desenhadas à medida de cada cliente para reduzir custos com a fatura de energia e contribuir para os objetivos nacionais para a transição energética.</p>



<p>Lisboa, 17 de fevereiro de 2020: A Ikaros Hemera é agora ENGIE Hemera, uma empresa do universo ENGIE Portugal. Com capacidade acrescida para desenvolver, instalar e operar soluções de autoconsumo solar fotovoltaico para empresas, a nova marca oferece soluções integradas para diversos setores de atividade.<br> O rebranding da marca surge na sequência da aquisição de 100% do capital da Ikaros Hemera por parte da ENGIE Portugal, em dezembro de 2019, que posicionou a empresa líder mundial na transição energética carbono zero como um dos principais operadores na energia solar fotovoltaica descentralizada para empresas em Portugal.<br> “Através desta aquisição vamos reforçar as nossas equipas de engenharia, servir mais e melhor os nossos clientes. Crescer de uma forma mais rápida, tanto através de modelos de negócio de venda própria, como de venda com investimento da própria ENGIE”, salienta Duarte Caro de Sousa, Diretor Geral da ENGIE Hemera.<br> Nos próximos 3 a 5 anos, a empresa conta investir cerca de 10 milhões de euros em instalações fotovoltaicas descentralizadas, contribuindo, deste modo, para criar soluções que permitem libertar o cliente empresarial do investimento inicial, reduzir custos de energia e caminhar para uma economia de carbono zero.<br> </p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="640" src="https://engie-hemera.com/wp-content/uploads/2017/08/Mercado_da_energia_sol_Ikaros_Hemera_01-1024x640.jpg" alt="" class="wp-image-2607" srcset="https://engie-hemera.com/wp-content/uploads/2017/08/Mercado_da_energia_sol_Ikaros_Hemera_01-1024x640.jpg 1024w, https://engie-hemera.com/wp-content/uploads/2017/08/Mercado_da_energia_sol_Ikaros_Hemera_01-300x188.jpg 300w, https://engie-hemera.com/wp-content/uploads/2017/08/Mercado_da_energia_sol_Ikaros_Hemera_01-768x480.jpg 768w, https://engie-hemera.com/wp-content/uploads/2017/08/Mercado_da_energia_sol_Ikaros_Hemera_01-400x250.jpg 400w, https://engie-hemera.com/wp-content/uploads/2017/08/Mercado_da_energia_sol_Ikaros_Hemera_01.jpg 1080w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p> A ENGIE Hemera reflete a capacidade acrescida para desenvolver, instalar e operar projetos inovadores chave-na-mão para o autoconsumo, responder aos desafios trazidos pela nova legislação agora em vigor e proporcionar aos seus clientes uma oferta integrada com as restantes soluções da ENGIE Portugal, que vão desde a eficiência energética, geração local de frio e calor, manutenção de equipamento industrial à mobilidade elétrica.<br> “Este investimento na energia fotovoltaica para autoconsumo, produzida nas instalações dos próprios clientes, está totalmente alinhado com a nossa estratégia de descarbonização e descentralização da produção de eletricidade”, destaca João Castanheira, Diretor-geral adjunto da ENGIE Portugal.<br> “Depois da aquisição, a alteração da marca era uma evolução natural”, acrescenta Duarte Caro de Sousa.<br> </p>



<p> O Grupo ENGIE é um player global do setor da energia, com uma forte presença em Portugal, país onde é o segundo maior produtor de eletricidade e um dos principais operadores em serviços de eficiência energética. O Grupo ENGIE é também um importante player nas energias renováveis, detendo uma capacidade de produção renovável superior a 25 GW (gigawatts) em todo o mundo.  </p></div>
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		<title>ENGIE reforçada em Portugal com aquisição da Ikaros Hemera</title>
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		<dc:creator><![CDATA[ikaros-hemera_wp]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 10 Dec 2019 13:15:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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				<div class="et_pb_text_inner"><a href="https://www.jornaldenegocios.pt/empresas/energia/detalhe/engie-reforca-em-portugal-com-aquisicao-da-ikaros-hemera" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Ver artigo original &#8211; Jornal de Negócios</a></p>
<p><strong>Engie reforça em Portugal com aquisição da Ikaros Hemera</strong></p>
<div style="line-height: inherit;margin-bottom:20px;">A empresa de energia francesa que é uma das maiores do setor em Portugal comprou a companhia de sistemas solares que tem uma quota de 10% neste segmento.</div>
<div style="line-height: inherit;margin-bottom:20px;">A Engie Portugal anunciou este sábado, 7 de dezembro, que adquiriu 100% do capital da Ikaros Hemera, uma companhia que atua no mercado português da energia fotovoltaica, onde detém uma quota de cerca de 10%.</div>
<div style="line-height: inherit;margin-bottom:20px;">Em comunicado, a Engie Portugal classifica esta aquisição como estratégica e que permite à companhia posicionar-se como &#8220;líder na energia solar fotovoltaica descentralizada em Portugal&#8221;. Segundo a mesma fonte, a Ikaros Hemera é especialista na engenharia, desenvolvimento, instalação e operação de sistemas solares de média e grande dimensão, em clientes empresariais.</div>
<div style="line-height: inherit;margin-bottom:20px;">A Engie é uma das maiores empresas europeias de energia sem participação estatal e está presente em Portugal sobretudo através da TrustEnergy. Esta compahia, que é detida em partes iguais pelos franceses japoneses da Marubeni, controla a TrustWind e a TurboGas (a 100%), além da TejoEnergia e a Elecgas. Afirma-se como o segundo maior operador no sector elétrico nacional e o quarto no segmento eólico.</div>
<div style="line-height: inherit;margin-bottom:20px;">A Engie Portugal, segundo informação no site da empresa, tem mais de 500 trabalhadores. Celebrou recentemente uma parceria com a EDP no &#8220;segmento eólico offshore, fixo e flutuante&#8221; para criar um &#8220;líder mundial na energia eólica&#8221;. As duas companhias já são parceiras no Windfloat, projeto eólico flutuante ao largo de Viana de Castelo.</div>
<div style="line-height: inherit;margin-bottom:20px;">&#8220;Ao integrar o Grupo ENGIE, a Ikaros Hemera ganha uma capacidade acrescida para desenvolver projetos inovadores e para investir nas instalações dos clientes&#8221;, refere o comunicado da Engie, sublinhando que a Ikaros Hemera &#8220;é a empresa que opera há mais tempo nesta atividade em Portugal&#8221; e tem uma capacidade instalada superior a 30 MWp (megawatt pico) e mais de 20 MWp sob sua gestão.</div>
<div style="line-height: inherit;margin-bottom:20px;">Segundo Pedro Cruz, CEO da Engie Portugal, &#8220;a Ikaros Hemera continuará a instalar sistemas fotovoltaicos no modelo chave-na-mão, mas o nosso objetivo é ir mais além, oferecendo aos nossos clientes soluções integradas, que podem incluir o investimento, a manutenção e a otimização das instalações&#8221;. Duarte Caro de Sousa, fundador e Diretor Geral da Ikaros Hemera, continuará a liderar a empresa.</div>
<p><a href="https://www.jornaldenegocios.pt/empresas/energia/detalhe/engie-reforca-em-portugal-com-aquisicao-da-ikaros-hemera" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Ver artigo original &#8211; Jornal de Negócios</a></div>
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		<title>Ikaros-Hemera na RTP Internacional &#8211; Network Negócios</title>
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		<dc:creator><![CDATA[ikaros-hemera_wp]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 Jul 2019 08:27:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[Participação da Ikaros Hemera no programa Network Negócios da RTP Internacional (...)]]></description>
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		<title>Visita técnica à Central Fotovoltaica da IKEA</title>
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		<dc:creator><![CDATA[ikaros-hemera_wp]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 16 May 2018 08:24:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[O Conselho Regional Sul do Colégio de Engenharia Electrotécnica organiza uma Visita Técnica à loja da IKEA em Alfragide, no próximo dia 22 de maio, pelas 17h30.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><div class="et_pb_section et_pb_section_8 et_section_regular" >
				
				
				
				
				
				
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				<div class="et_pb_text_inner"><table width="94%">
<tbody>
<tr>
<td>
<p><strong>O Conselho Regional Sul do Colégio de Engenharia Electrotécnica organiza uma Visita Técnica à loja da IKEA em Alfragide, no próximo dia 22 de maio, pelas 17h30.</strong></p>
<p>Em Portugal, a IKEA tem uma das maiores centrais fotovoltaicas para autoconsumo do país, no total de 4 lojas (IKEA Retalho). A central fotovoltaica a conhecer nesta visita, na loja IKEA Alfragide, iniciou o seu funcionamento em Junho de 2016.</p>
<p>Nesta visita, além de conhecer as instalações e equipamentos da central, haverá oportunidade de ficar a conhecer com mais detalhe a experiência da IKEA enquanto PROSUMER, as características técnicas do projeto e seus benefícios ambientais e também os desafios que se deparam na exploração e implementação de uma instalação deste tipo.</p>
<p>Saiba mais sobre esta iniciativa <strong><a href="http://r20.rs6.net/tn.jsp?f=0011L6bDt6qeTaqsZ7BcqUOYn2xYObV4IO8m6FYIBYDOZpf1tUpyR4Z-DskONVV_bsVIdO8o_LU5rNJDVliT9OCzQHQT7rtwl_5cfZgyFWHAMtlULm8ZIMeYpT0Wblq5vZS67KCPd4Nk9B04GHVfyseOU4kR6OVmmjpmxPRDztcwIvOBwMBwbVWrDR4tq1UBPQ4CK3_bctuB4GysgMYFvKRMsqUUuFEZ5mqvISf9rqZ5dw4SaW77lu1xGbtBw3JHYolVhzf0KN6RtY=&amp;c=rZq_RVMVRNhpsvjISN6yG4KrdgWm779Z_H2_Y1SwDq5xFK5whUAFbg==&amp;ch=l7NKPG0Q-sk-zr6TLvuNXCXUi-kMvxYDeFoSHWCTE-T8o3JuMLrXyA==">aqui.</a></strong></p>
<p><strong><span><a href="http://r20.rs6.net/tn.jsp?f=0011L6bDt6qeTaqsZ7BcqUOYn2xYObV4IO8m6FYIBYDOZpf1tUpyR4Z-DskONVV_bsVkgeweAR5nHDUTqCpfihcAlM6vuuLwZnsVG8wn9DTLOTTJa7FmF7aXlGChmkWIMJ0jv8Wt7JmjIAzjMLq8T3hzpdat-yN4FJlHojPty-MJsscJ6_OBtoPAHsrPoLFvsAFAC_P9DZYqnPpACEcHxdKWryl36I5rSpGIwID0FEZxztgpQPhKulFl7w4rWFedrb4stmmV1qrIeVN6jWLSIGsvPiBT2jJ3xwtTf8732Xwx6xW6FMXLNgX6zalG7rRwK9k&amp;c=rZq_RVMVRNhpsvjISN6yG4KrdgWm779Z_H2_Y1SwDq5xFK5whUAFbg==&amp;ch=l7NKPG0Q-sk-zr6TLvuNXCXUi-kMvxYDeFoSHWCTE-T8o3JuMLrXyA==" target="_blank" rel="noopener">INSCREVA-SE NO</a> <a href="http://r20.rs6.net/tn.jsp?f=0011L6bDt6qeTaqsZ7BcqUOYn2xYObV4IO8m6FYIBYDOZpf1tUpyR4Z-DskONVV_bsVkgeweAR5nHDUTqCpfihcAlM6vuuLwZnsVG8wn9DTLOTTJa7FmF7aXlGChmkWIMJ0jv8Wt7JmjIAzjMLq8T3hzpdat-yN4FJlHojPty-MJsscJ6_OBtoPAHsrPoLFvsAFAC_P9DZYqnPpACEcHxdKWryl36I5rSpGIwID0FEZxztgpQPhKulFl7w4rWFedrb4stmmV1qrIeVN6jWLSIGsvPiBT2jJ3xwtTf8732Xwx6xW6FMXLNgX6zalG7rRwK9k&amp;c=rZq_RVMVRNhpsvjISN6yG4KrdgWm779Z_H2_Y1SwDq5xFK5whUAFbg==&amp;ch=l7NKPG0Q-sk-zr6TLvuNXCXUi-kMvxYDeFoSHWCTE-T8o3JuMLrXyA==" target="_blank" rel="noopener">BALCÃO ÚNICO / SIGOE</a></span></strong></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><span style="font-size: 16px;"></span></p>
<p><span style="font-size: 16px;"></span></p>
<p><span style="font-size: 16px;"></span></p>
<p><span style="font-size: 16px;"></span></p>
<div class="show-readmore">
<p>&nbsp;</p>
</div>
<p>&nbsp;</p></div>
			</div>
			</div>
				
				
				
				
			</div>
				
				
			</div></p>
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		<title>Ikea e Ikaros-Hemera à boleia do sol</title>
		<link>https://engie-hemera.com/ikea-ikaros-hemera-a-boleia-do-sol/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ikaros-hemera_wp]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 04 Mar 2018 17:37:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[Preocupada em reduzir a sua pegada ecológica e em melhorar a sua eficiência energética, a IKEA Portugal tem agora a cobertura das suas lojas preenchida com painéis fotovoltaicos. Especialista em fornecimento de sistemas fotovoltaicos, a instalação dos 11 mil painéis solares ficou a cargo da Ikaros-Hemera. (...)]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><div class="et_pb_section et_pb_section_9 et_section_regular" >
				
				
				
				
				
				
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				<div class="et_pb_text_inner"><p><strong>Preocupada em reduzir a sua pegada ecológica e em melhorar a sua eficiência energética, a IKEA Portugal </strong><strong>tem agora a cobertura das suas lojas preenchida com painéis fotovoltaicos. Especialista em fornecimento de </strong><strong>sistemas fotovoltaicos, a instalação dos 11 mil painéis solares ficou a cargo da Ikaros-Hemera.</strong></p>
<p><span>Especialista na apresentação de soluções chave-na</span><span>-mão de produção descentralizada de energia e eficiência </span><span>energética, coube à </span><span>Ikaros-Hemera a elaboração e </span><span>execução do projeto. Através de um concurso </span><span>internacional, a casa-mãe da IKEA lançou </span><span>um “simples” desafio: proceder à instalação </span><span>de painéis fotovoltaicos nas suas lojas, de forma </span><span>não só a reduzir a sua pegada ecológica, </span><span>como a tornar-se mais independente no que </span><span>à energia diz respeito. <em>“O concurso abrangia, </em></span><em><span>inicialmente, quatro países, entre os quais </span><span>França e Portugal. Foram consultados vários </span><span>fornecedores europeus de fotovoltaicos </span><span>e acabámos por vencer esse concurso. Nós, </span><span>Ikaros-Solar, grupo onde se insere a Ikaros</span><span>-Hemera. Desses quatro países, acabou por </span><span>se cingir apenas a dois, França e Portugal, </span><span>por serem os países com legislação favorável </span><span>para a instalação deste tipo de sistemas. </span><span>Então, avançou-se com França e Portugal </span><span>e com uma legislação muito curiosa que foi </span></em><span><em>pioneira nos dois países, a legislação do autoconsumo”</em> , </span><span>explica Duarte Caro de Sousa, </span><span>diretor geral da Ikaros-Hemera.</span></p>
<p><span>Se até então os painéis estavam muito associados a tarifas subsidiadas onde se vendia a rede, a alteração da legislação, em 2015, veio mudar o panorama.</span><em><span> </span>“Entrámos numa fase totalmente diferente, muito relacionada com o aumento da competitividade e com a redução do preço da tecnologia em fotovoltaicos. Essa subsidiação já não é necessária e, tanto em França como em Portugal, a legislação permite o autoconsumo, ou seja, as lojas produzem a sua própria energia, evitando ter de a comprar à rede, vindo a tal poupança e autonomia que se consegue em cada uma das lojas”</em><span>, acrescenta. Vencedora do concurso, a Ikaros-Hemera pôs mãos à obra. Em França, o projeto englobou 20 lojas IKEA, ao passo que em Portugal os painéis foram colocados nas cinco lojas existentes, Alfragide, Loures, Braga, Matosinhos e Loulé, onde está a ser concluída a instalação. O resultado final é de 11 mil painéis, no conjunto de todas as lojas, num investimento total de cinco milhões de euros. Desde 2015, com a nova legislação, que em Portugal é possível que qualquer entidade, desde o pequeno consumidor doméstico, a nossa casa, passando pelas lojas às maiores fábricas, instale este tipo de sistemas e beneficie desse tal autoconsumo. Este é um dos fatores que torna este tipo de investimento tão apelativo. Mas não só. </span><em>“Este tipo de investimentos vai sendo cada vez mais atrativo e faz cada vez mais sentido do ponto de vista económico. Por um lado, temos tido uma evolução muito favorável por parte dos custos com esta tecnologia fotovoltaica, por outro, temos verificado também um crescente incremento dos preços da energia. Estes dois efeitos têm permitido que cada vez seja mais atrativo fazer este tipo de investimento e as empresas poderem beneficiar desta ferramenta de eficiência energética para que consigam reduzir os seus custos energéticos. Os períodos de retorno do investimento para este tipo de tecnologia poderão estar entre os cinco e os oito anos, dependendo das características de cada sistema, e estes sistemas têm um período de vida útil de 25 anos”</em><span>, explica Duarte Caro de Sousa. Se no retalho esta não é uma realidade ainda muito comum, a verdade é que a legislação veio impulsionar o negócio da Ikaros-Hemera. Se até há algum tempo o sector agrícola era bastante decisivo por ser dos que mais investe nesta realidade, hoje em dia, os “clientes” aparecem das mais diversas áreas. “O sector agrícola tem tido um peso grande no nosso portfólio em termos de instalação, o que não significa que seja aquele que mais instala. O que é um facto é que, a partir do momento que esta legislação do autoconsumo começou a entrar em vigor, de uma forma gradual, mas relativamente lenta, as empresas têm vindo a olhar para e a adotar este tipo de soluções. Temos experiências de retalho, de logística, de indústria, etc.”. </span><strong>Com uma quota de mercado entre os 10% e os 15%, a Ikaros-Hemera terminou o ano de 2017 com uma faturação na ordem dos 10 milhões de euros, valor para o qual a IKEA contribuiu em grande medida. Atuando em mercados como Bélgica, Reino Unido, França, Holanda, Turquia, Índia e México, o grupo decidiu instalar o seu centro de competências em Portugal, que conta já com mais de 20 pessoas</strong><span>. Beneficiando da crise económica e financeira, a Ikaros-Hemera percebeu que existia aqui uma oportunidade. </span><em>“Em Portugal, temos uma qualidade de engenheiros, e engenheiros que na altura estavam disponíveis, muito acima da média em áreas como a engenharia civil, mecânica ou eletrotécnica. Depois, existe também a facilidade das línguas. É muito fácil encontrar em Portugal quem fale inglês, francês ou espanhol, o que permite dar apoio a outras zonas geográficas. Não há um único projeto que não passe por aqui”</em><span>. O grupo espera agora que outros sigam o exemplo da IKEA, contribuindo, assim, para um ano igualmente positivo. </span><em>“Um bom ano de 2018 será continuar com o ritmo e a senda de instalações e clientes, seguindo o que foi feito em 2017. Esperamos crescer mais no segmento do autoconsumo, nomeadamente em tudo aquilo que tem a ver com o retalho e o sector mais industrial”</em><span>, remata.</span></p>
<p><span><strong>O projeto IKEA</strong></span></p>
<p><span>Com a produção de energia proveniente dos painéis fotovoltaicos a representar cerca de 27% do total de energia gasto, a IKEA continua a procurar outras formas de sustentabilidade. Para Fernando Caldas, diretor de expansão da empresa sueca em Portugal, essa constante preocupação segue a visão do fundador, Ingvar Kamprad. <em>“O projeto dos painéis fotovoltaicos estava a ser estudado há bastante tempo e insere-se numa política global de sustentabilidade da IKEA, de tornar-se, de alguma forma, totalmente independente do ponto de vista energético. O que isto quer dizer é que tentamos produzir toda a energia que consumimos nas nossas operações. A nova legislação permitiu-nos isso, encaixando perfeitamente no nosso padrão de consumo. Quando o painel solar está a produzir, é quando estamos a precisar de energia e isso foi decisivo na aprovação do projeto por parte da nossa casa-mãe. Na IKEA, somos inspirados pela visão do nosso fundador: criar um melhor dia-a-dia para a maioria, sejam eles os nossos clientes, os nossos colaboradores ou as sociedades onde estamos inseridos. Isto faz parte do nosso ADN e reflete-se na nossa sustentabilidade”</em>, explica Fernando Caldas.</span></p>
<p><span>Para além dos painéis fotovoltaicos, a empresa tem outras propostas que visam o grande objetivo de tornar- -se energeticamente independente. Basta olhar para cima, nas lojas e escritórios, para ver os “solar tubes”, tubos solares que permitem o aproveitamento da luz solar diretamente para salas de reunião ou para a própria loja. Ainda nas lojas, a iluminação é feita através de luzes LED, o que permite uma redução no consumo e na fatura energética. De forma mais local, a IKEA de Loures aproveita a proximidade para com a ETAR para arrefecer os seus chillers. “Outro exemplo, é a certificação ambiental do nosso projeto de Loulé, que, pela primeira vez em Portugal, é certificado BREEAM (Building Research Establishment Environmental Assessment Method). Estamos muito alinhados com o grupo nesta estratégia, que é transversal desde a forma como pensamos os nossos produtos, à forma como construímos os nossos edifícios e como as pessoas encontram a IKEA no dia-a-dia. A sustentabilidade está sempre presente”, acrescenta. Mais recentemente, a Autoridade da Concorrência deu luz verde à IKEA na compra do Parque Eólico do Pisco, em Guarda, à semelhança do que já acontece noutros países. Com cinco lojas e mais de dois mil postos de trabalho, a IKEA é um dos retalhistas mais conhecidos no mercado nacional e isso reflete- se também no número de visitas às lojas. Só no último ano, a IKEA Portugal registou 14 milhões de visitantes, crescendo 17% face ao ano anterior. Numa altura em que muito se fala de futuro, Fernando Caldas, não levanta muito o véu sobre o percurso da IKEA em Portugal, confirmando apenas que a expansão irá certamente acontecer. </span><em>“<strong>A expansão vai existir, se calhar não com estes formatos a que estamos habituados, com estas grandes lojas, mas com formatos diferentes. É nisso que estamos concentrados agora: estudar de que forma podemos levar o nosso conceito à maioria dos portugueses</strong>. Queremos aproximar- -nos das pessoas do Interior e isso é agora o nosso foco, levar este conceito mais perto dos portugueses”</em><span>. Para 2018, a IKEA promete aquilo que sempre apresentou aos portugueses: surpresa e inovação. “Este ano, esperamos consolidar o nosso investimento no Algarve, tanto na loja como no centro comercial e no outlet. E, depois, expandir-nos de forma a estar cada vez mais perto dos portugueses, esse é o nosso grande objetivo, mais do que a nível de faturação. Se acabarmos o ano com esta mensagem, de levarmos o conceito IKEA a mais portugueses, será um bom ano para nós”, conclui Fernando Caldas.</span></p>
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